jazigo de nós

o sorriso
crepuscular
do
adeus
que
rasga
o
resto
do
brio

não podemos
fazer
33
anos
de novo

não podemos
nos
aquecer
neste
frio

não podemos
ler a mesma
página
juntos
e
aguardar
o outro
para
folhear
o
livro
da vida
e
prantear
vértices
enciumados
e
enamorados
de
compreensão

é agora
quando
a
primavera
embeleza
nossa
lápide
neste
poema
final

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